Dados oficiais do Banco Central do Brasil · base de março de 2026 · metodologia aberta
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Simulador de consórcio × financiamento

Consórcio, financiamento ou juntar e comprar à vista: qual sai mais barato para você.

1 · O seu caso

0%60% do valor
Consegue financiamento?
Premissas econômicas
Correção anual da carta
0%15%
Rendimento do seu dinheiro — CDB (renda fixa)
70% do CDI140%

O que sai mais barato

—

Vai dar lance?

Ajustar consórcio e financiamento administradora, banco, prazo, taxa, juros

2 · O consórcio

5%35%
Ajuste fino
Fundo de reserva

3 · O financiamento

Ajuste fino
Sistema de amortização
Seguros obrigatórios

Ver a conta completa

Quanto custa cada caminho

A sua linha do tempo

Quando você teria o bem

Detalhe de cada caminho

Ponto a ponto

Simulação simplificada e educativa: não considera ITBI, registro, IPVA/IPTU, seguro do bem nem tributação sobre o rendimento além do desconto que você definiu; assume carta igual ao preço do bem e taxa de administração diluída linearmente no prazo. Grupos com parcela reduzida têm fluxo diferente. Não é recomendação financeira. Metodologia e fontes.

Perguntas frequentes

Por que o resultado é diferente dos outros simuladores?

Porque a maioria compara a SOMA das parcelas. Somar R$ 2 mil pagos em 2026 com R$ 2 mil pagos em 2044 como se valessem o mesmo é matematicamente errado, e o erro sempre favorece a opção de prazo mais longo — normalmente o consórcio. Aqui trazemos tudo a valor presente e ainda contabilizamos o que custa ficar anos sem o bem. É a mesma conta que um analista financeiro faria.

Este simulador é de alguma administradora?

Não. O simulador não é de administradora nenhuma, não pede cadastro nem telefone, e o cálculo roda inteiro no seu navegador. O Consorciômetro intermedeia contratações com administradoras parceiras e recebe comissão delas, mas o simulador usa só dados do Banco Central e dá o mesmo resultado para qualquer administradora, parceira ou não.

De onde vêm as taxas usadas por padrão?

Todas do Banco Central. A taxa de administração vem dos microdados de consórcio (março de 2026) — a taxa real da administradora que você escolher, não uma média genérica. Os juros do financiamento vêm das séries de taxa média por modalidade do BCB, já ponderadas por volume de concessões — e, nos veículos, ajustadas pelo mix de marcas. Os padrões são imóveis 14,3%, automóveis 18,8%, motocicletas 32,6%, veículos pesados 16,1%, outros bens 100,3%, serviços 111,0% ao ano. Selic, IPCA e INCC vêm do SGS.

Por que a taxa da moto é tão maior que a do carro, se o Banco Central publica uma taxa só?

Porque a modalidade "Aquisição de veículos" do BCB junta carro, moto e caminhão num número só — 26,5% a.a. — e dentro dela as taxas vão de 7,49% a 48,42%. Para separar, ponderamos as taxas dos bancos de montadora pela participação de cada marca nos emplacamentos (FENABRAVE). Em motos, Honda e Yamaha fazem quatro em cada cinco emplacamentos e cobram mais de 33% a.a.; em caminhões, Mercedes, Volvo, Traton e Scania fazem mais de 80% e cobram entre 7% e 21%. Marcas sem banco próprio entram pelo parceiro que divulgam: a BYD pelo Santander Financiamentos, a Ford pelo Bradesco Financiamentos. Um banco pode atender várias marcas — o RCI cobre Renault e Nissan, o Stellantis cobre Fiat, Jeep, Citroën, Peugeot e RAM. Daí saem 32,6% para moto e 16,1% para caminhão, contra 18,8% para carro. É uma estimativa: participação de marca não é participação de financiamento. Selecione o seu banco para usar a taxa exata dele.

Por que a taxa do imóvel aqui é maior que a que vejo divulgada?

Porque escolhemos a taxa que você realmente consegue no balcão. A série de "taxas reguladas" do Banco Central — a mais citada — mistura operações do SFH com operações subsidiadas pelo FGTS (Minha Casa Minha Vida): a mediana dela é 12,5% a.a., contra 14,1% a.a. das taxas de mercado. A diferença aparece justamente nos bancos públicos: a Caixa marca 10,11% na série regulada e 14,22% na de mercado. Usar a primeira como padrão entregaria a quem não se enquadra no MCMV uma taxa que essa pessoa não vai conseguir. Se você se enquadra, troque para a opção SFH/MCMV no ajuste fino.

O simulador considera IOF e seguros?

Sim. Os seguros obrigatórios (MIP e DFI) entram como percentual anual sobre o saldo devedor, ajustável. O IOF (0,38% fixo mais 0.0082% ao dia, limitado a 365 dias) incide sobre o financiamento de veículos e demais bens, é financiado junto e está no cálculo — o financiamento imobiliário residencial é isento e o consórcio não paga IOF. Ficam de fora ITBI, registro, emolumentos e transferência: o valor é o mesmo nas três rotas, embora o momento de pagar mude.

Por que o simulador me pergunta quanto eu pago de aluguel?

Porque é o dado que mais muda a resposta e nenhum concorrente pergunta. No consórcio você pode esperar anos pelo bem — e nesses anos você segue pagando aluguel (ou Uber, ou frete). Esse custo é tão real quanto os juros do banco. Com aluguel zero o consórcio costuma ganhar; com um aluguel relevante, o financiamento passa na frente. Se você já tem onde morar e o imóvel é investimento, deixe em zero.

Como vocês estimam quando eu seria contemplado?

Não perguntamos o mês da contemplação como se você soubesse — nós derivamos. Os microdados do BCB trazem quantas cotas não contempladas cada administradora contempla por mês. Desse ritmo sai a probabilidade de você ainda estar esperando no mês N, e daí três cenários: sorte (1 em 4 já contemplado), típico (metade) e azar (9 em 10). Também mostramos o cenário sem lance, descontando a fatia das contemplações que sai por lance — que na maioria das administradoras é a maioria.

Qual é a "taxa equivalente" do consórcio?

A taxa de juros anual que um empréstimo teria de cobrar para produzir exatamente o mesmo fluxo de caixa do seu consórcio: receber o crédito no mês da contemplação e pagar as parcelas. É o único jeito de comparar consórcio e financiamento na mesma unidade. Se ela ficar abaixo dos juros do banco, o consórcio é crédito mais barato; se ficar negativa, o consórcio funciona como poupança forçada com custo, não como crédito.

O simulador considera a correção da carta?

Sim, e isso é essencial. A carta de crédito é reajustada todo ano (INCC nos imóveis, IPCA nos demais) e as parcelas sobem junto — por isso a parcela final é muito maior que a primeira. Usamos o acumulado de 12 meses das séries do próprio BCB (INCC 6,5%, IPCA 4,4%) como padrão, e você pode mudar.

Vale a pena dar lance?

O lance não gera economia financeira: como não há juros, antecipar R$ 50 mil abate exatos R$ 50 mil do saldo. O que ele compra é tempo — e é justamente isso que o simulador precifica, porque antecipar a entrega reduz o custo de esperar. Use a aba de ajuste fino para testar, e a calculadora de lance para a mecânica detalhada.

Fontes: microdados da Base de Dados de Consórcio (março de 2026), Panorama de Consórcios, taxas de juros por instituição financeira (2026-07 para imóveis; semana de 2026-08-17 para veículos, outros bens e crédito pessoal) e séries SGS de taxa média por modalidade, Selic, IPCA e INCC — Banco Central do Brasil (ODbL). Participação de marca nos emplacamentos: FENABRAVE — Dados de Mercado, Informativo Emplacamentos, Ed. 284 (São Paulo, setembro de 2026).